Como definir uma política educacional micronacional?
A dimensão e importância da formulação de uma política educacional exige que ela não seja apenas um amontoado de ideias saídas da cabeça de algum “iluminado”. Poucas outras áreas tem maior urgência de transformar-se de uma “política de governo” em uma “política de Estado” - persistente e coerente ao longo das mudanças de governo, surtos de atividade e inatividade, desaparecimentos, etc...
Este processo de mudança exige em primeiro lugar uma grande discussão com o conjunto da sociedade, porque a Uniazores não é uma instituição do governo apenas, mas do coletivo da comunidade açoriana. Em segundo lugar exige, até face de nossos lmitados recursos humanos e urgente necessidades, um foco bem claro que não disperse a atividade – nem venha a se sobrepor a outras instituições como a Universidade de Reunião e até mesmo a Madrassa – mas venha, pel contrário, a fortalecer o cotidiano açoriano e reunião.
É com esta preocupação que antes de editar qualquer norma o diretriz, antes de fazer qualquer nomeação na área da Educação ou da Universidade, desejo colher a opnião e as ideias dos açorianos sobre estas questões.
Ao mesmo tempo creio que todos que exercem a liderança tem a obrigação de dar uma direção, apontar os caminhos que julga relevantes, então não deixo de expor aqui minha visão específica sobre o assunto de forma a orientar as discussões.
Há, também, a urgência de tomar algumas decisões de forma que defino o prazo de uma semana para esta consulta pública, prazo após o qual editarei as diretrizes e demais providências.
De minha parte penso nas seguintes linhas mestras:
Prioridade absoluta para os cursos de natureza técnica e realista visando otimizar o uso das ferramentas cotidianas de comunicação – yahoogroups, blogpot, programas de email, estruturas de governo.
Prioridade secundária e de médio prazo para cursos que contribuam com a formação macro
Prioridade secundária com Altos Estudos referentes a micropatriologia na forma de seminários e similares e não de cursos.
Progressiva adoção de um regime autárquico para a Uniazores com os próprios professores, organizados segundo uma carreira meritocrática de longo prazo (catedrático, professor, lente, monitor) seja capaz de auto-gerenciar-se e assegurar que todos sejam devidamente recompensados por seus esforços.
O plano de carreira seria o seguinte, quanto às atribuições
Monitor: auxilia na aplicação dos cursos respondendo
Lente: reproduz cursos já efetuados por professores, sem autonomia para modificar os programas
Professor, liberdade para criar programas para s cursos que foi designado a fazer
Catedrático: liberdade para criar cursos
Aguardo a manifestações dos demais açorianos
Real Chancelaria - Comunicado 006/2011 - Revogação de Agrément e de Visto de Diplomata
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REINO UNIDO DOS AÇORES
Casa Real dos Açores
Real Chancelaria
Cidade D´Ouro, Província Real, 28 de Janeiro de 2011.
Comunicado 006/2011
Ref.: Revogação de A...
1 ano atrás
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4 comentários:
Acho sensacional a idéia de uma carreira meritocrática na Uniazores. É um caminho muito mais difícil, mas creio que deve ser uma meta a longo prazo. Eu acrescentaria algumas peculiaridades a cada etapa da carreira.
Monitor: RESPONSÁVEL POR PESQUISAR MAIS ASSUNTOS RELACIONADOS AOS CURSOS PARA COMPARTILHAR DURANTE AS AULAS.
Professor: PODE ASSUMIR CARGOS ADMINISTRATIVOS NA UNIAZORES
Catedrático: PODE ASSUMIR A REITORIA
Também é interessante estabelecer critérios de ascenção, como por exemplo, como o monitor passaria a Lente, e este a Professor? Seria por méritos, ok, mas quais definições se aplicam?
A idéia básica seria o monitor ser alguém que já fez curso e obteve destaque, dai acompanha nova urma, sendo responsávelpor algumas aulas. Uma vez concluido se tornaria lente, podendo repetir curso com programa e aulas já prontas (claro que o dia a da da aula seria dele). Uma proporção de lentes, em função das cátedras e das demandas por novos cursos, seria promovida a professor para criar programas novos e reciclar cursos. Por fim acho que o número de catedráticos deveria ser igual ao de cátedras + uma cátedra genérica para "emergências". Os cateráticos se "aposentariam" depois de um tempo ou se não produzissem determinado volume de novos cursos (1 por semestre, por exemplo).
Haveria também cátedras honorárias, na cátedra Vicente Córdova, para os catedráticos aposentados e outros mais dedicados a pesquisa, palestras e cursos específicos.
O reitor seria sempre um catedrático eleito pelo corpo docente.
Em uma situação ideal haveria uma proporção de 2:1 em cada nível, progredindo sempre por pontos acumulados por cursos concluidos com sucesso.
assim 5 cátedras (exceto as honorárias) = 10 prof = 20 lentes = 40 monitores.
É claro qe nào haverá 5 cursos simultaneamente, ach qe ideal é de 2 por semestre, entào:
2 catdráticos = 4 prof = 8 lent = 16 mon em um quadr ideal com grande demanda.
N momento inicial cada professor qe cmplete um curso passa para o nível seguinte.
Estive acompanhando este tópico e devo dizer que concordo inteiramente com a idéia de uma carreira meritocrática.
Quero acrescentar meu ponto de vista quanto as peculiaridades que o Sr. Wagner Bacciotti citou.
Acredito que o MONITOR tem o papel de auxiliar o PROFESSOR demonstrando total conhecimento do que se aplica durante determinado curso.
Desta forma, o monitor deve pesquisar novos assuntos relacionados ao curso, porém, se entendi bem, ele não deve simplesmente compartilhar seu conteúdo em sala de aula.
Ele deve primeiramente apresentar este conteúdo para o professor, que por sua vez avaliará este conteúdo.
O professor então incluirá este conteúdo no material usado nas aulas.
Pergunto.
Quanto tempo um professor deve aguardar para se tornar um catedrático?
Depois de quanto tempo um catedrático se aposentaria?
Douglas,
Nem sempre é fácil definir estas questões com muita precisão porque nunca se sabe com exatidão com quantas pessoas se pode contar, quantos cursos terão demanda, se vai haver com disposição de ser substituido.
Diria que na medida em que depois de alguns quatro ou cinco turmas de um curso seria interessante substituir o catedrático, atéporque ele já deve estar disposto a fazer outa cosia, mas sempre pode haver cursos nos quais há demanda constante e que ninguém mais se habilite a dar.